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Xenofobia? Não obrigada!Prefiro Direitos Humanos

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“Prefiro o ruído da imprensa livre ao silêncio das ditaduras”

Nuvem de tags do discurso da primeira presidente do Brasil

“As críticas do jornalismo livre são essenciais para assinalar os erros do governo”, disse. “Prefiro o ruído da imprensa livre ao silêncio das ditaduras”, disse a candidata que foi estigmatizada por seu passado guerrilheiro quando, na verdade, essa insurgência foi o primeiro ensaio de oposição à ditadura que tomou o poder em 1964

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A direita queria um terceiro turno…

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Dilma Rousseff a primeira presidente do Brasil

https://contramachismo.files.wordpress.com/2010/11/dilmapresidenta.jpg?w=193

Em Brasília 19hs, direto do blog Cloaca News http://cloacanews.blogspot.com/

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Primeiro pronunciamento de Dilma como presidente eleita

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O primeiro pronunciamento de primeira presidente Brasil

https://contramachismo.files.wordpress.com/2010/11/dilmadiscurso.jpg?w=300

Minhas amigas e meus amigos de todo o Brasil,

É imensa a minha alegria de estar aqui. Recebi hoje de milhões de brasileiras e brasileiros a missão mais importante de minha vida. Este fato, para além de minha pessoa, é uma demonstração do avanço democrático do nosso país: pela primeira vez uma mulher presidirá o Brasil. Já registro portanto aqui meu primeiro compromisso após a eleição: honrar as mulheres brasileiras, para que este fato, até hoje inédito, se transforme num evento natural. E que ele possa se repetir e se ampliar nas empresas, nas instituições civis, nas entidades representativas de toda nossa sociedade.

A igualdade de oportunidades para homens e mulheres é um principio essencial da democracia. Gostaria muito que os pais e mães de meninas olhassem hoje nos olhos delas, e lhes dissessem: SIM, a mulher pode!
Minha alegria é ainda maior pelo fato de que a presença de uma mulher na presidência da República se dá pelo caminho sagrado do voto, da decisão democrática do eleitor, do exercício mais elevado da cidadania. Por isso, registro aqui outro compromisso com meu país:

* Valorizar a democracia em toda sua dimensão, desde o direito de opinião e expressão até os direitos essenciais da alimentação, do emprego e da renda, da moradia digna e da paz social.
* Zelarei pela mais ampla e irrestrita liberdade de imprensa.
* Zelarei pela mais ampla liberdade religiosa e de culto.
* Zelarei pela observação criteriosa e permanente dos direitos humanos tão claramente consagrados em nossa constituição.
* Zelarei, enfim, pela nossa Constituição, dever maior da presidência da República.

Nesta longa jornada que me trouxe aqui pude falar e visitar todas as nossas regiões. O que mais me deu esperanças foi a capacidade imensa do nosso povo, de agarrar uma oportunidade, por mais singela que seja, e com ela construir um mundo melhor para sua família. É simplesmente incrível a capacidade de criar e empreender do nosso povo. Por isso, reforço aqui meu compromisso fundamental: a erradicação da miséria e a criação de oportunidades para todos os brasileiros e brasileiras.

Ressalto, entretanto, que esta ambiciosa meta não será realizada pela vontade do governo. Ela é um chamado à nação, aos empresários, às igrejas, às entidades civis, às universidades, à imprensa, aos governadores, aos prefeitos e a todas as pessoas de bem.

Não podemos descansar enquanto houver brasileiros com fome, enquanto houver famílias morando nas ruas, enquanto crianças pobres estiverem abandonadas à própria sorte. A erradicação da miséria nos próximos anos é, assim, uma meta que assumo, mas para a qual peço humildemente o apoio de todos que possam ajudar o país no trabalho de superar esse abismo que ainda nos separa de ser uma nação desenvolvida.

O Brasil é uma terra generosa e sempre devolverá em dobro cada semente que for plantada com mão amorosa e olhar para o futuro. Minha convicção de assumir a meta de erradicar a miséria vem, não de uma certeza teórica, mas da experiência viva do nosso governo, no qual uma imensa mobilidade social se realizou, tornando hoje possível um sonho que sempre pareceu impossível.

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Para mulheres, eleição de Dilma é marco político no país

Para mulheres, eleição de Dilma é marco político no país Com Dilma, feministas esperam mais políticas públicas para mulheres (Foto: Roberto Stuckert Filho)

São Paulo – A eleição de Dilma Rousseff (PT), primeira mulher Presidente da República, é um marco político comemorado por lideranças de movimentos de mulheres. As ativistas ouvidas pela Rede Brasil Atual lembram, porém, que o fato não significa políticas de promoção da igualdade de direitos entre gêneros, fato que depende do empenho da presidente eleita em buscar ações nesse sentido.

“A vitória de Dilma mostra ao mundo que é possível as mulheres estarem em todos os espaços”, comemora Rosane Silva, secretária Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT. Ela emociona-se ao falar sobre o resultado eleitoral, já que a participação feminina na política ainda enfrenta grandes dificuldades.

Sonia Coelho da Organização Feminista Sempre Viva e militante da Marcha Mundial das Mulheres acredita que a vitória de Dilma é repleta de simbolismo. “A eleição dela é muito importante num país em que as mulheres sempre foram minoria nos principais cargos de decisão”, afirma.

Com Dilma, a feminista espera um novo impulso para o desenvolvimento de políticas públicas para mulheres. “A gente espera que esse resultado se transforme em políticas para reverter a desigualdade que as mulheres vivem”, assinala Sonia.

“O fato de Dilma estar lá, faz com que as mulheres reconheçam que a política e os espaços de decisão são espaços para elas. As mulheres têm direito e capacidade para estarem nesses espaços de decisão tão importantes”, defende Sonia.

A feminista Yuri Puello Orozco lembra que a eleição de mulheres é um fenômeno que está acontecendo em toda a América Latina. “É um avanço e um fenômeno que está se dando na América Latina. Dilma não é a única”, cita. Ela refere-se também a Cristina Kirchner, presidente da Argentina, e Michelle Bachelet, ex-mandatária do Chile.

A eleição da primeira mulher presidente do Brasil também reflete outro avanço, considerando-se que se trata da sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva. “Nós estamos vivendo no Brasil um período muito interessante. Depois de eleger o primeiro operário, que vem das classes populares, vem uma mulher eleita por mais de 51% da população”, acredita Célia Regina Costa, secretária da Mulher da Confederação Nacional de Seguridade Social da CUT.
Amadurecimento

Para as militantes do movimento de mulheres ouvidas pela Rede Brasil Atual, a eleição de Dilma significa  um amadurecimento da população e o surgimento de um novo paradigma. “As mulheres ainda são vistas e veem a casa como espaço prioritário. O espaço público, por outro lado, sempre foi visto como prioritariamente do homem”, descreve Sonia da ONG Sempre Viva.

Rosane, da CUT, pleiteia que é preciso construir novas relações sociais e partidárias em que as mulheres sejam respeitadas numa dimensão total. “Nós mulheres precisamos ser respeitadas não somente como boas mães, boas educadoras, boas enfermeiras, mas sendo respeitadas como boas políticas”, argumenta.

“Podemos estar em todos os espaços de poder e até agora fizemos isso com muita qualidade, honestidade e transparência”, reflete a secretária nacional da CUT.

Fonte: Rede Brasil Atual

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Mulher Brasileira em primeiro Lugar

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Mulheres no comando dos dois principais países da América do Sul

O olhar do autor artigo pode parecer um tanto machista, mas vale a análise

por Jorge Seadi

Brasil e Argentina, países vizinhos que disputam a liderança do continente, têm mais semelhanças (e diferenças) do que se imagina. O Brasil vai ser governado por uma mulher, Dilma Rousseff, pela primeira vez; a Argentina já é dirigida por uma há três anos.

Dilma acorda nesta segunda curtindo a ressaca da vitória; Cristina Kirchner, o sofrimento da morte do marido e líder político. Enquanto Dilma se recupera do “porre de felicidade” e volta para (re)organizar de seu governo em Brasília; Cristina retorna a Buenos Aires para o primeiro dia de trabalho sem a companhia do marido, considerado por muitos como o mentor de seu governo.

Dilma agora vai tratar das alianças, dos convites, da formação de seu governo; Cristina volta a rotina do dia a dia e prepara-se para definir se será candidata a reeleição em outubro do ano que vem.

Cristina
A presidente da Argentina passou o final de semana em sua casa na província de Santa Cruz junto de seus dois filhos e amigos íntimos. Antes de voltar para Buenos Aires, ontem à noite, passou pelo cemitério de Rio Gallegos para uma visita ao túmulo do marido, sepultado na última sexta-feira. Depois de inúmeras viagens iguais a esta, como era costume do casal Kirchner, esta foi a primeira sem Néstor Kirchner.

Nesta manhã de segunda, em Olivos, retoma seu dia a dia. E como era de se esperar fez algumas alterações em sua agenda. O evento desta manhã em que deveria declarar o vinho como a bebida nacional argentina foi adiado. Também cancelou sua viagem ao Vietnã no próximo final de semana. Irá direto à Coreia do Sul para a reunião do G20. Hoje, passa o dia sem agenda externa, na companhia dos filhos e dos ministros mais chegados. É possível que convoque uma cadeia nacional de rádio e televisão para agradecer à população o apoio recebido com a morte do marido, Néstor Kirchner.

Ao mesmo tempo, analistas acreditam que ela vai continuar com os projetos do período em que o ex-presidente Néstor Kirchner atuava nos bastidores do poder. Um dos pontos mais discutidos e que deve continuar na pauta da presidente é a briga com os veículos de comunicação, principalmente o Clarín e La Nación. Enquanto isto, os governadores de províncias aliadas ao governo federal já trabalham para dar apoio incondicional a Cristina e também já se movimentam para confirmá-la como candidata a reeleição em outubro do ano que vem.

Outra especulação que especialistas e a imprensa argentina fazem é com relação à atividade de seu filho mais velho, Máximo. Com 32 anos, o filho é muito próximo a mãe — uma espécie de secretário pessoal da presidenta — e foi o principal apoio durante a morte de Néstor Kirchner. A verdade é que Cristina Kirchner, ex-senadora que foi eleita para a presidência em “uma jogada” política arquitetada por seu marido, tem a liderança política do chamado kirchnerismo.

Dilma
No seu discurso da vitória, ontem a noite, Dilma se emocionou ao falar da escolha e do apoio do presidente Lula durante toda a campanha. Ela ressaltou que aprendeu muito ao longo da convivência com o presidente e “ressaltou que vai bater muitas vezes em sua porta”.

Certamente, nos dois meses que têm de prazo para montar o seu governo, vai utilizar a experiência, a vivência e o conhecimento de Lula para montar o seu governo. A coligação de Dilma tem 10 partidos e todos desejam uma participação no governo. Mas a ajuda de Lula será fundamental neste quebra-cabeça.

Se Dilma tem Lula, Cristina não tem mais Néstor.

Com informações do Clarín, La Nación e Página 12

http://sul21.com.br/jornal/2010/11/as-mulheres-no-comando-dos-dois-principais-paises-da-america-do-sul/

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O que esperar de uma mulher na Presidência?

Maíra Kubík Mano

Ao que tudo indica – a não ser que os institutos de pesquisa estejam redondamente enganados – o Brasil terá, a partir de janeiro de 2011, uma mulher na Presidência da República.

Uma mulher!

É verdade que três mulheres já haviam nos governado antes: D. Maria I (à distância, ainda como rainha de Portugal), Maria Leopoldina (esposa de D. Pedro I) e a Princesa Isabel. Mas, com exceção de D. Maria I, as outras duas funcionaram apenas como “tapa-buracos” – sim, eu sei, uma delas assinou a abolição da escravatura, mas ainda assim… E, obviamente, todas vinham da Família Real portuguesa, uma referência cada vez mais longínqua na nossa história.

Dilma Rousseff será a primeira mulher eleita pelo povo para dirigir o Brasil. Simbolicamente esse é um fato incrível, independente de sua matiz ideológica. Em especial se considerarmos o quanto as mulheres seguem sub-representadas na política nacional: nessa última legislatura, éramos apenas 8,97% da Câmara Federal e 12,34% no Senado, número que caiu em 2010. Aliás, se nossa base de cálculo fosse essa, eu arriscaria afirmar que demoraríamos mais uns cem anos para ver a cena que ocorre hoje.

Dito isso, é preciso ter em conta que a eleição de Dilma não é sinônimo de termos um governo que apóie pautas feministas. Já teci longos comentários aqui sobre a masculinização da política e como muitas mulheres se comportam como homens para poder chegar ao topo. Dilma não é diferente. Tanto que sofreu com muitos boatos cruéis e “acusações” sobre sua sexualidade como reações ao endurecimento de postura.

Vale lembrar que a candidata também não tem tradição de militância no campo de gênero, diferentemente de seu partido, o PT. E, além de não ter um olhar mais aguçado para esse tema, sua campanha eleitoral não deixou dúvidas sobre os parâmetros dos quais vai partir o novo governo: os da família, no molde mais tradicional e opressor possível. Basta lembrarmos que Dilma ressaltou seu papel de mãe (e avó) em contraposição à legalização do aborto, ainda que tenha dito que não deixaria mulheres que precisassem de curetagem morrer na porta dos hospitais do SUS (Sistema Único de Saúde).

Na verdade, se pensarmos no quão conservador se tornou o debate em torno dessa questão, não seria exagero dizer que o cenário piorou para as pautas historicamente ligadas ao feminismo. E, para além de ações isoladas, principalmente da Secretaria de Políticas para as Mulheres, o governo Dilma dificilmente contribuirá para reverter isso.

Resta torcer (e pressionar) para que alguns ventos dos pampas e da Cordilheira a inspirem, arejando a cena política brasileira. Dilma será a terceira mulher presidente na América do Sul e seria bom se, em alguns pontos, ela seguisse o exemplo de suas correlatas. Michelle Bachelet, ex-mandatária chilena e atual diretora da ONU Mulher, nomeou 50% de mulheres em seu gabinete quando presidente – medida tomada também pelo boliviano Evo Morales. Já a argentina Cristina Kirchner não só aprovou o matrimônio gay como deixa o país a um passo de descriminalizar o aborto.

É, pensando bem, talvez um vento seja pouco para o que foi essa onda terrível que assistimos no segundo turno. Esperemos, então, por um tsunami político para mudar o rumo das coisas.

Fonte: http://viva.mulher.blog.uol.com.br/

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