Machista covarde bate em menina em Floripa: Aonde vamos parar?

O machismo-covarde-agressor está em todo lugar, até em festinhas ditas badaladas! Esperamos que o babaca seja devidamente punido e a boate também.

Aonde vamos parar?
Ontem cheguei em casa as 4 horas da manhã me perguntando: onde nós vamos parar?

Explico.

Eis os fatos: Fomos eu e mais duas amigas ao Vecchio Giorgio, um barzinho aqui em Floripa que fica na Lagoa da Conceição. Jantamos e subimos para o segundo andar, onde estava tocando uma banda de samba rock. O ambiente estava superlotado, insuportável. Decidimos que iríamos embora, e ainda não passava da 1 da manhã. De repente um rapaz começou a nos empurrar. Uma menina foi pedir para ele parar e ele imediatamente começou a agredi-la. Minha amiga foi separar e ele deu um soco em sua testa. Afundou a testa no mesmo momento. Algumas pessoas foram segurá-lo e ele começou a jogar garrafas nas pessoas. Uma outra menina foi atingida e levou sete pontos.

Questões importantes a serem consideradas:

1- Ninguém conhecia o rapaz. Ele saiu agredindo gratuitamente. Depois voltou  dançar como se nada houvesse acontecido;

2 – O segurança do Vecchio só apareceu depois, quando eu fui chamá-lo e levá-lo ao agressor;

3 – Perceberam que eu falei no singular? É que no Vecchio há apenas UM segurança;

4 – Os funcionários do bar em nenhum momento prestaram auxílio às vítimas. O proprietário do bar em momento nenhum subiu ao segundo andar para ver como estavam as vítimas;

5 – O segurança carregou o agressor e o levou para o andar de baixo, querendo liberá-lo. Como o pessoal do térreo não sabia o que estava acontecendo, tive que me colocar na frente do segurança e começar a gritar para impedir que o agressor fosse liberado;

6 – O proprietário do bar, que como eu disse, em momento nenhum foi verificar a situação das vítimas e não chamou a ambulância, mandou-me calar a boca, porque eu estava exagerando e fazendo tempestade num copo de água (palavras suas);

7 – O agressor ria e debochava da minha cara o tempo todo, dizendo que também me bateria;

8 – Dois meninos conseguiram trazer minha amiga para baixo e um policial civil presente impediu que o dono do bar e seu único segurança liberassem o criminoso. Fomos tentar sair com ela para levar ao hospital (lembrando que ela estava com a testa afundada), mas o dono do bar nos impediu de sair porque não havíamos pago as comandas;

9- Voltei ao caixa, paguei as comandas e saí com a minha amiga (precisavam ver a cara de alívio do dono do bar, que em momento algum ofereceu ajuda, só nos mandou parar de fazer escândalo desnecessário);

10 – Fomos ao hospital, minha amiga tevea testa afundada, um osso do crânio fraturado. Em momento algum apareceu alguém do bar para prestar assistência;

11 – Foi identificado o agressor, Lucas Felicíssimo, natural de Belo Horizonte, estudante da última fase de Medicina da UFSC. Dizem que chegou na Delegacia parecendo outra pessoa, aquele sorriso debochado fez-se lágrimas de crocodilo, acompanhados do velho jargão ‘sou inocente’. Quem viu disse que chegava a ser comovente tão brilhante atuação;

12 – O agressor, já acompanhado de advogados, foi liberado. Muitos dos presentes sentiram-se com medo de divulgar seu nome e ser ameaçado de crime de calúnia e difamação;

13 – Lucas Felicíssimo, não tenho medo da verdade. Você deve ter, eu não. Dezenas de pessoas te viram agredindo mulheres, quebrando a cabeça da minha amiga. Não tenho medo de você, seu covarde.

14 – Negligene ou conivente? Qual o adjetivo que melhor se coaduna com o proprietário do bar? E a omissão de socorro? E a falta de humanidade? Seu único interesse foi o de manter a imagem do seu bar, o tempo todo. E a falta de seguranças? E se ele tivesse uma arma? Teria nos matado a todos porque não há nenhuma espécie de controle na entrada. Ah, hoje fiquei sabendo que uma briga muito parecida ocorreu lá no Vecchio no feriado (nem isso levou o dono do bar a contratar mais seguranças);

15 – E o bandido, que em breves tempos será médico? Que tipo de médico é esse, que ao invés de salvar vidas manda duas mulheres que sequer conhecia, sem motivo, para o hospital?

As perguntas permanecem irrespondidas. Espero que a nossa Justiça possa responder algumas delas. Que mundo é esse? Onde vamos parar? Ah, o bandido e o dono do bar a essas alturas devem estar na praia; minha amiga está em casa aguardando uma cirurgia na cabeça.

http://www.in-vestindo.com/2010/11/aonde-vamos-parar.html

 

14 Comentários

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14 Respostas para “Machista covarde bate em menina em Floripa: Aonde vamos parar?

  1. Sargento Braga PMSC

    Olá, sou Sargento do Grupo de Resposta Tática “GRT” da PMSC, gostaria de conhecer este elemento, “conversar” com ele de perto. Tenho uma filha que frequenta este local.
    Lei maria da penha nele!

  2. nilton

    Não deixem essa agressaõ de graça, justiça nesse covarde.

  3. Oi legal visitem o meu Blog ele tem de tudo um pouco .

  4. Raphael

    Tinha que fazer isso na minha frente…
    Acabava com a raça desse fdp….
    Machão para bater em mulher…
    Nunca fui nesse local, mais um motivo para nunca ir…

  5. Buno Shiguemoto

    Infelizmente nesse país de bosta, os cidadãos brasileiros que pagam impostos e trabalham honestamente estão sujeitos a esse tipo de situação.
    Bom, fico aliviado que o agressor foi identificado, as vitimas com certeza devem ter prestado queixa e é essencial que alguém reuna as testemunhas para confirmar o ato agressivo do principal suspeito.

    Espero que a justiça seja feita.

  6. Pingback: Machista covarde bate em menina em Floripa: Aonde vamos parar? (via Ofensiva contra o machismo) « BRUNO SHIGUEMOTO

  7. Buno Shiguemoto

    O bar é responsável tbm por essa situação. A lei deve ser aplicada ao estabelecimento da mesma forma que com o agressor.
    As vitimas devem procurar seus direitos imediatamente.

  8. Maurício

    Um baita de um otário, lixo humano, sem palavras. O camarada me vem de fora, pra aprontar essa merda aí não tem nem o que comentar. Tomara que a raça se mobilize e prejudique ao máximo a sua estadia em floripa, mais exatamente, sua estadia acadêmica aqui. Que afundem o crânio dele também na primeira cervejada que ele estiver, escória humana da pu** que p***.

    • Bianca doS Santos

      Gente , que isso..

      Um cidadão ( que nem pode ser chamado assim) covarde desses,não deveria poder exercer a profissão que almeja.. Que tipo de marginal é esse! Justiça por favor!!!!

  9. Spy - X

    Pelo jeito o cara entendia bastante de mulher:

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