A força das Mulheres Guerreiras vai mudando a produção

A força das Mulheres Guerreiras vai mudando a produção

Adriane Preuss sorri quando perguntada de onde vem o nome da agroindústria Mulheres Guerreiras. Um dia, depois de fazer muitos doces e conservas, as 15 mulheres de Passo do Sobrado (RS) sentaram para pensar em como chamar o negócio, que estava crescendo. O nome surgiu naturalmente.

É que estas guerreiras estão criando alternativa de renda para uma região onde prevalece a produção de fumo. E mais: ”é tudo ecológico, das nossas próprias hortas”, afirma Adriane.

Para esta primeira participação em uma Feira Brasil Rural Contemporâneo, elas trouxeram 73 caixas com vidros de conserva (de couve-flor, beterraba, rabanete) e doces (figo, pêssego, abóbora), além de pasta de alho. Este último produto já esgotou, junto com a conserva de rabanete. “Isto que nos disseram que os porto-alegrenses não iriam gostar muito desta”, comenta Adriane.

A produção não faz sucesso só na feira. Duas redes grandes de supermercados do município vizinho, Santa Cruz do Sul, já demonstraram interesse – um deles já está comercializando a marca. O sucesso é creditado à união e às parcerias com a prefeitura e a Emater, que incentivaram o projeto.
http://www.mda.gov.br/feirars/noticias/item?item_id=4187182

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