Arquivo da categoria: Dia internacional da mulher

Recadinho da presidenta Dilma pros machistas!

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“Não se esqueçam que a maior autoridade deste país é uma mulher, uma mulher que não tem medo de nada nem de ninguém.” 

Fala de Dilma em seu último pronunciamento – 08/03/2013

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Arquivado em 8 de março, Dia internacional da mulher, ofensiva contra o machismo

Em fotos, a caminhada de Dia Internacional da Mulher em Porto Alegre

Diversos movimentos sociais ligados ao Fórum Estadual das Mulheres promoveram no Dia Internacional da Mulher, 8 de março, uma marcha pela centro de Porto Alegre. A caminhada tem concentração às 16 horas, no Largo Glênio Peres, e terminou na praça da Matriz. A marcha ‘Mulheres em Luta contra o Capitalismo e o Patriarcado – Por Autonomia, Igualdade, Liberdade e pelo fim da violência’ foi organizada em alas temáticas, cada uma relacionada a um movimento.

Entre elas, a ala por um mundo sem violência; por soberania alimentar e energética (Reforma Agrária, Licença maternidade de 6 meses, contra a violência no campo e na floresta, contra os Agrotóxicos); por um mundo livre do capitalismo (por autonomia econômica, igualdade salarial no trabalho, creche, licença de 6 meses e estabilidade, contra a violência no trabalho e na família);por reforma política com igualdade para as mulheres e contra qualquer ataque aos direitos das trabalhadoras – nenhum direito a menos.

Além da marcha, o movimento redigiu uma Carta das Mulheres, reunindo todas as plataformas feministas e entregou o documento um dia antes da marcha a todos os poderes.

Confira as imagens da caminhada, registradas pelo fotógrafo do Sul21 Ramiro Furquim.

Foto: Ramiro Furquim/Sul21

Fonte: Sul21

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Arquivado em 8 de março, Dia internacional da mulher, mulher

Ato das mulheres na Vila Cruzeiro, Porto Alegre, 08.3.2013

Ato na Vila Cruzeiro, Porto Alegre, na Jornada Nacional de Lutas das Mulheres do Campo e da Cidade. Comunidade atingida pelas obras, mulheres da Via Campesina, do MTD e do Levante da Juventude marcham até o escritório que a Prefeitura mantém no local, para pressionar os moradores a irem embora. A Copa do Mundo de 2014 em Porto Alegre. E as mulheres, o que têm a ver com isso?

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El 8 de marzo queremos derechos, no flores

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março 8, 2013 · 11:02 pm

8 de marzo: queremos derechos no flores

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março 8, 2013 · 11:00 pm

Declaração da Marcha Internacional das Mulheres para o 8 de março 2013 – Dia Internacional das Mulheres

Declaração da Marcha Internacional das Mulheres para o 8 de março 2013 – Dia Internacional das Mulheres
Nós, mulheres do mundo, transformamos nossa dor em fortaleza

Nós, mulheres de todos os povos, idades, classes e sexualidade, resistiremos à crescente criminalização que pesa sobre nós e os nossos protestos e propostas. As ruas e os demais espaços públicos são nossos! Organizamo-nos em movimentos sociais, sem nos sujeitarmos à pressão para que nos confinemos ao espaço doméstico. Seguimos em luta por leis progressistas que reforcem nossos direitos reais, apesar da violência dos governos e das instituições religiosas com as quais nos deparamos. Todas somos mulheres resistindo e celebrando os avanços que vamos obtendo. Somos todas mulheres filipinas celebrando o avanço da lei de saúde reprodutiva!
Dizemos “Basta” à violência contra nós mulheres! Uma vez mais tomamos a iniciativa e as ruas para protestar contra todas as formas de violência e a sua banalização em nossas sociedades. Denunciamos a violência como elemento estrutural do sistema patriarcal, neocolonialista e capitalista e instrumento de controle de nossas vidas, nossos corpos e de nossa sexualidade. Todas somos mulheres da Índia e do Bangladesh fazendo frente aos estupros e à violência, assim como à impunidade dos agressores. Todas somos mulheres maias rompendo o silêncio dos tribunais e exigindo justiça! Todas somos mulheres moçambicanas na vitória da luta pela aprovação da lei de violência doméstica!
Nós, mulheres indígenas seguimos lutando, mobilizando-nos em massa em nível local e internacional. Usando de forma criativa os instrumentos de luta de que dispomos, exigimos dos nossos governos que respeitem nossos direitos e os dos nossos povos e territórios.Todas somos mulheres B’laan das Filipinas, mulheres maias, xincas e mestiças guatelmatecas defendendo nossos territórios – nossas terras e nossos corpos da indústria mineira e hidroelétrica! Todas somos militantes de Idle no More e todas somos mulheres dos povos originários do Canadá, fazendo frente à discriminação e às injustiças históricas contra os povos autóctones!
Nós, meninas e jovens resistimos às ofensivas do patriarcado em nossas próprias famílias – onde as ideias de “apropriado” e “correto” restringem os nossos movimentos – e na sociedade em geral – onde o acesso à educação, à saúde reprodutiva e à saúde pública nos é negado ou limitado. Seguimos desafiando estas restrições organizando-nos, debatendo, mobilizando e dando respaldo à nossas batalhas. Seguimos dando dinamismo à nossa luta. Todas somos jovens paquistanesas indo à escola apesar das ameaças físicas que enfrentamos! Todas somos estudantes chilenas gritando “não” à privatização do sistema educativo e exigindo uma educação gratuita e de qualidade!
Nós, feministas, seguindo lutando pela autonomia dos nossos corpos, nossa sexualidade e fertilidade. Exigimos a legalização do aborto naqueles países onde ainda somos criminalizadas por exercer o direito de não ser mãe. Não aceitamos retrocessos em matéria de aborto nem de direitos reprodutivos, conseguidos nas nossas lutas das últimas décadas. Todas somos as milhares de mulheres da Turquia, insurgindo-nos contra as acusações governamentais que nos classificam de assassinas! Somos todas jovens europeias lutando contra as ofensivas sobre o direito ao aborto em todo o continente! Todas somos mulheres uruguaias, celebrando a legislação sobre o direito ao aborto no país, mas ao mesmo tempo mantendo-nos alertas frente ao controle em relação às mulheres que desejam exercer este direito e perante possíveis restrições ao mesmo!
Nós, activistas em sindicatos e partidos políticos desafiamos o sexismo e a misoginia manifestados por nossos irmãos de luta, pressionando permanentemente a introdução do nosso feminismo anticapitalista e anticolonialista e de base nos debates, declarações e lutas. Coletivamente, seguimos reforçando-nos, reforçando nossas alianças e reivindicações feministas. Todas somos mulheres nos espaços de convergência dos movimentos sociais – por exemplo, o Florença 10+10, Itália – afirmando nossas análises e reivindicações feministas!
Nós, todas as mulheres, somos cada vez mais rebeldes face à ofensiva conservadora e fundamentalista e à militarização de nossas comunidades. Somos todas mulheres do Mali, desafiando a opressão islâmica ao andar de moto, ao deixar nossos lares para desenvolver nossa vida diária nos espaços públicos e ao lutar contra as violações, a violência sexual e a impunidade dos agressores!
Todas somos europeias, desafiando os nossos governos a fazer frente às medidas de austeridade! Todas somos egípcias desafiando as ameaças graves de violência sexual cada vez que vamos protestar na Praça Tahrir!
Todas somos mulheres da Tunísia lutando pelo comprimento das reivindicações da revolução – trabalho, liberdade, dignidade e cidadania – e contra as tentativas de impor mecanismos de discriminação às mulheres desde a tenra infância (o pré-escolar não misto, o uso do véu no pré-escolar e a incitação ao casamento precoce)!
Nós, mulheres da Marcha Mundial das Mulheres estamos marchando neste 8 de março de 2013, como milhares de nós fizemos nas 24 Horas de Ação Feminista Através do Mundo, a 10 de Dezembro.
Numa onda de ação em todos os continentes estamos transformando a nossa dor em fortaleza.
Marcha Mundial das Mulheres
Foto da Ação 2010 de João Zinclar (in memorian)

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Arquivado em 8 de março, Dia internacional da mulher, feminismo

Antes que voltem a queimar as mulheres, entenda a origem do 8 de março

As origens e a comemoração do Dia Internacional das Mulheres é Editora
Expressão Popular e custa apenas R$ 18,00. Super recomendamos a leitura!

Antes que voltem a queimar as mulheres, entenda a origem do 8 de março. Todos os anos queimar mulheres numa fábrica de Nova York, inclusive dizem que saia fumaça ou cor-de-rosa ou lilás das chaminés. Tem gente até que diz que teciam tecidos lilases no momento do incêndio.

No entanto, a pesquisadora Ana Isabel Alvarez Gonzalez foi atrás da história e no livro “As origens e a comemoração do Dia Internacional das Mulheres” ela nos conta que a origem do 8 de março nada tem haver com mulheres queimadas em fábrica. Inclusive não existem registros históricos de tal incêndio. A origem do 8 de março tem haver com a luta das mulheres socialistas!

A referência histórica principal das origens do Dia Internacional das Mulheres é a Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas realizada em 1910, emCopenhague, na Dinamarca, quando Clara Zetkin e outras militantes apresentaram uma resolução com a proposta de instituir oficialmente um dia internacional das mulheres.

Para conhecer brevemente essa história, leia “Dia Internacional da Mulher: em busca da memória perdida” produzido pela SOF ‐ SemprevivaOrganização Feminista 

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